O deus das travessuras de O Senhor dos Mistérios, o ladrão do continente Douluo, o ladrão de fogo de Quebrando os Céus, o venerável celestial mais estranho que os clãs malignos extraterrestres…… Olhan
Uma caminhonete carregada de terra, fora de controle, avançou de repente para o lado da estrada, com os pneus soltando um ruído estridente ao raspar no asfalto.
O jovem, distraído com o celular, desviou o olhar da tela e ergueu a cabeça, buscando a origem do som.
Ao ver a imensa máquina vindo em sua direção, abriu ligeiramente a boca e seus olhos se arregalaram, tomados pelo terror.
Um estrondo ecoou.
O mundo mergulhou na escuridão.
...
Amon massageou a cabeça, com um semblante confuso.
Logo, essa confusão deu lugar à compreensão: ele havia atravessado para outro mundo — e não apenas uma vez, mas duas consecutivas...
Mas eu era o motorista, por que fui eu?
Na primeira vez, ele se tornou um fragmento do deus duplo Amon, tornando-se parte de “Amon”.
Não foi uma simples substituição, mas uma fusão.
Guiado pelas memórias e personalidade do viajante, assimilou o destino daquele fragmento, perdendo o nome antigo e sabendo apenas que era “Amon”.
O tempo de Amon no mundo misterioso foi curto, apenas dois segundos, pois o momento e o local da travessia não foram favoráveis. Ao abrir os olhos, viu uma figura vaga e indistinta.
Ela vestia um vestido longo preto, feito de camadas que, embora elaboradas, não eram excessivas, salpicado de incontáveis estrelas.
Sua presença era colossal, como uma montanha; nos flancos e na cintura, cresciam braços cobertos de pelo negro curto, mas seu rosto, delicado e gentil, estava oculto por um véu negro fino.
Imponente, bela, misteriosa, e de uma aura capaz de despertar o me