Renascido de volta a 1981, nesta era grandiosa e turbulenta, Liu Peiwen inicialmente queria exibir seu talento financeiro e conquistar seu pequeno objetivo! No entanto, acabou ocupado dando aulas a Yu
Às nove e meia da manhã em Vila Li, o calor misturado ao suor já havia dissipado completamente a frescura da madrugada. As pessoas que foram ao mercado mantinham a cabeça baixa ou protegiam-se com chapéus de palha ou carapuças.
Na esquina da rua principal, uma bicicleta estava encostada à sombra de uma árvore, entre diversas barracas.
Ao lado da bicicleta, um jovem silenciosamente exibiu uma placa com duas palavras grandes: Picolé, e logo abaixo, em letras menores: Um refresca, dois aliviam, tudo por três centavos.
O rapaz se chamava Luís Peide, que, junto com o irmão mais velho, Luís Peiwen, haviam acabado de se formar no ensino médio naquele ano.
Dois dias atrás, seu irmão Peiwen disse-lhe de repente que vender picolés na feira seria um ótimo negócio.
Já que o irmão estava tão confiante, resolveu tentar.
Com cinquenta picolés, vendendo todos, ganharia um real e cinquenta centavos; descontando os custos, teria um lucro líquido de um real naquela jornada.
Mas refletindo sobre o fato de que teve que pegar a bicicleta emprestada, pedir dinheiro ao pai, fazer a placa à noite conforme instruções do irmão, correr até a fábrica de picolés para conseguir o lote com os pais de um colega de escola e pedalar cinco horas direto do centro da cidade até o mercado, Luís Peide percebeu: “Por que eu fiz todo esse trabalho e ainda tenho que dividir o lucro com meu irmão?”
Passando a mão no traseiro já dolorido, balançou a cabeça, pensando que ainda lhe faltava experiência e treinamento.
Quando a irmã, Lívia Ying, gui